Chelsea lança programa de apoio à maternidade para o time feminino
Proposta oferece auxílios financeiros para as famílias, além de atendimento personalizado no pré-natal e no pós-parto
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O vai adotar um novo programa de apoio à maternidade para o time feminino. O clube anunciou nesta sexta um conjunto de políticas voltadas para o suporte antes, durante e depois da gravidez. Entre elas, auxílio financeiro para que o bebê esteja acompanhado em partidas fora de casa e assistência personalizada no pré-natal.
A proposta busca oferecer um atendimento personalizado e abrangente durante a gestação, além de desenvolver o padrão de cuidado com as jogadoras no futebol feminino. Os projetos auxiliam no desafio de atletas que são mães: conciliar o máximo desempenho físico em campo com as exigências da maternidade.
Time feminino do Chelsea em jogo da WSL contra o Aston Villa — Foto: Action Images via Reuters/Paul Childs
Confira a lista completa de auxílios:
- Apoio personalizado durante toda a gravidez, com direito a exames e opções de parto privados;
- Apoio à recuperação pós-parto, liderado pelos especialistas do setor do clube, abrangendo os aspectos físicos, mentais e emocionais da saúde pós-natal;
- Apoio financeiro para que um parceiro ou babá possa viajar para jogos fora de casa até um ano após o retorno da atleta aos gramados, garantindo que os primeiros meses pós-parto sejam totalmente assistidos;
- Políticas aprimoradas de adoção e licença parental, reconhecendo que não existe um único caminho para se tornar pai ou mãe;
- Auxílio-creche, uma contribuição para os custos de creche quando um jogador retorna à reabilitação ou ao treinamento.
A novidade do Chelsea se assemelha a um projeto lançado pela CBF em 2025. A Confederação anunciou um pacote de medidas voltadas para o futebol feminino, que inclui a permissão para que as jogadoras que amamentam viajem com os filhos para as partidas. Os custos da viagem passaram a ser bancados pela organização.
Em maio de 2024, a Fifa determinou que as atletas tenham um período de licença remunerada de no mínimo 14 semanas, incluindo mães adotivas e não biológicas. As atualizações do regulamento da entidade também garantiram a permissão para jogadoras se ausentarem de treinos e até jogos em caso de complicações relacionadas à menstruação, sem prejuízo à remuneração.
Brasil 1 (5) x (4) 1 EUA | Pênaltis | Oitavas | Copa do Mundo Feminina Sub-20
Proposta oferece auxílios financeiros para as famílias, além de atendimento personalizado no pré-natal e no pós-parto
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