Presidente da Venezuela faz discurso ambíguo na ONU, critica interferência externa, elogia acordo com os EUA e promete 'transição democrática'
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Delcy está prometendo uma ampla reforma nos poderes do país, incluindo no Judiciário. Ela também prometeu a realização de eleições. Para isso, disse que é preciso conversar com a oposição para haver algo justo para todos.
Recentemente, ela e Trump disseram que a Venezuela ainda não estava pronta para novas eleições.
Delcy afirmou que "a democracia não se meda pela existência de eleições".
"Em 2026, a Venezuela viveu duas grandes e dolorosas provações em sua trajetória como nação. Uma delas, decorrente do estrangulamento de sua vida política interna e do acirramento do confronto com os Estados Unidos da América. A outra, provocada pela força implacável da natureza: o duplo terremoto de 24 de junho", afirmou Delcy.
Delcy diz que acordo binacional entre Venezuela e EUA contribuirá para o equilíbrio energético da economia e do comércio internacional.
Presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, ignora perguntas de jornalistas na chegada à ONU
Neste momento, o presidente de Montenegro está discursando no púlpito da ONU. A próxima é Delcy Rodríguez.
Delcy Rodriguez, presidente interina da Venezuela, chega à ONU para discursar na Assembleia Geral (Foto: Luigi Sofio/TV Globo)
Delcy Rodríguez vai discursar daqui a pouco
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, já chegou à sede da ONU em Nova York para discursar na Assembleia Geral.
“Ucrânia escolheu não morrer, não perder o nosso território, não perder o nosso país e a nossa liberdade”, disse Zelensky ao comentar sobre a necessidade de armamento da Ucrânia", disse Zelensky.
O presidente ucraniano pediu que a comunidade internacional aumente as sanções à Rússia.
"Quando alguém dá mais dinheiro à Rússia com algum tipo de comércio, ajuda a prolongar essa guerra", afirmou.
Comitiva russa não se levanta
A comitiva de diplomatas da Rússia que participam da Assembleia Geral da ONU continuaram no plenário após o início do discurso de Zelensky, até agora focado inteiramente no país inimigo.
Zelensky começou o discurso questionando a capacidade militar atual da Rússia na guerra. Ele disse que milhares de soldados de Moscou morreram no front de soldados russos, e disse ter provas delas.
Também afirmou que, neste ano, as tropas russas avançaram "só cerca de 1.000 quilômetros quadrados de nosso território (...), e nós já liberamos uma parte significativa dele".
O presidente dos EUA, Volodymyr Zelensky, discursa agora na Assembleia Geral da ONU
Na ONU, presidente do Irã chama EUA e Israel de terroristas
Fomos vítimas de terrorismo, diz presidente do Irã na ONU
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou em discurso na Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira (23) que o país foi vítima de terrorismo dos Estados Unidos e de Israel durante a guerra no Oriente Médio.
"Essas crianças pereceram sob bombas. Elas eram inocentes", afirmou Pezeshkian sobre as crianças da escola em Minab, atacada pelos EUA no primeiro dia do conflito.
Pezeshkian afirmou também que não busca obter bomba nuclear.
"Não queremos poder para cometer crimes nem para buscar hegemonia. Queremos energia e progresso, e não para ameaçar a sociedade com armas. E queremos colaborar com segurança global", afirmou.
"A bomba nuclear está em Israel, mas os inspetores, no Irã", disse.