Universitária morre nos EUA após ser drogada e estuprada em seu dormitório

16 de Out de 2026 - 01:40
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Universitária morre nos EUA após ser drogada e estuprada em seu dormitório

Promotores federais denunciaram dois homens no caso de uma estudante que foi drogada e estuprada dentro de um dormitório do Fashion Institute of Technology, que faz parte da Universidade Estadual de Nova York. O homem teria dado fentanil a jovem, que a deixou inconsciente e acabou por matá-la. Moises Freire, de 19 anos, foi acusado de participar de uma conspiração para distribuição de fentanil e de distribuir uma droga letal com a intenção de cometer estupro. E Brian Peralta Cabrera, de 18 anos, foi acusado de conspiração para tráfico de drogas.Segundo a promotoria, Moises Freire foi responsável por levar fentanil para o dormitório da estudante. O caso aconteceu em 18 de março. Ele teria dito a jovem e a outra colega que se tratava de cocaína, quando na verdade era fentanil. As duas teriam consumido a droga e ficado incoscientes quase imediatamente. Elas então teriam sido estupradas.Uma delas ficou em coma e morreu em 21 de março. Freire e Peralta Cabrera se declaram inocentes. Um terceiro réu, Harry Rosales Pino, declarou-se culpado em setembro da acusação de conspiração para distribuir narcóticos, resultando em morte e lesões corporais graves. Sua sentença está marcada para dezembro. Leia também São PauloDino nega soltura de condenado a 16 anos por estupro de vulnerável em SP CelebridadesAtor condenado por estupro é preso em gravação de novela bíblica da Record BrasilMenina de 9 anos é salva de estupro após fazer sinal universal de socorro BrasilJustiça condena 4 homens por estupro coletivo de adolescente em Copacabana Caso em CornellO caso é investigado em meio a repercussão da denúncia de uma mulher na Universidade de Cornell, prestigiada instituição de Nova York. Ela alegou ter sido drogada e estuprada por um grupo de homens em uma casa de fraternidade.No mês passado, Jane Doe entrou com um processo civil contra a universidade. Segundo ela, a instituição, não a protegeu e nem puniu os responsáveis.O presidente da universidade, Michael Kotlikoff, disse que as alegações da mulher são “profundamente perturbadoras” e que a instituição vai investigar o caso.“Precisamos fomentar uma cultura em que o abuso sexual seja indesculpável e garantir que nossa comunidade esteja empoderada e compreenda o consentimento informado”, disse ele.