Flávio apoia Marinho à Presidência do Senado: “Será nossa trincheira”

30 de Out de 2026 - 21:40
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Flávio apoia Marinho à Presidência do Senado: “Será nossa trincheira”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta sexta-feira (30/10), que pretende indicar o senador Rogério Marinho (PL-RN) para a Presidência do Senado Federal. Em transmissão ao vivo pelo Instagram, Flávio disse que o Congresso Nacional, especialmente o Senado, será a “trincheira” da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).➡️ Flávio apoia Marinho à Presidência do Senado: “Será nossa trincheira”Em live, Flávio Bolsonaro afirmou que o Congresso será sua “trincheira” e defendeu o nome do aliado para comandar a Casa Metrópoles (@Metropoles) October 31, 2026“Fiquem firmes, a nossa trincheira nesse momento será o Congresso, em especial o Senado, e a pessoa que eu vou indicar é o Rogério Marinho para a Presidência do Senado. É a única forma de conseguir ter uma resistência para impedir ou retardar o grande caos que o atual presidente da República vai instaurar no nosso país”, declarou.A manifestação ocorre em meio à crise política envolvendo Flávio, que fugiu do Brasil na terça-feira (27/10) e seguiu para os Estados Unidos com a esposa, Fernanda, e as duas filhas.3 imagensFechar modal.1 de 3Avião fez uma escala em Equador após sair da ArgentinaJoe Raedle/Getty Images2 de 3Senador Rogério MarinhoMICHAEL MELO/METRÓPOLES3 de 3Senador fugiu do Brasil após derrota nas eleições presidenciaisJoe Raedle/Getty ImagesSegundo informações publicadas pelo The New York Times na quinta-feira (29/10), o assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, providenciou a aeronave utilizada pela família na viagem. A informação foi confirmada pelo próprio funcionário do governo norte-americano ao Metrópoles.Antes de chegar aos Estados Unidos, o senador atravessou a fronteira entre Brasil e Argentina pela Ponte Internacional Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR). Já em território argentino, embarcou em um jato particular que fez uma escala em Guayaquil, no Equador, antes de pousar em Miami, na manhã de quarta-feira (28/10).A viagem ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a apreensão dos passaportes de Flávio e proibi-lo de deixar o país. A decisão, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que apontou indícios de que o senador poderia deixar o Brasil. Leia também MundoNos EUA, Flávio faz live e volta a questionar resultado das eleições BrasilFlávio fala em fraude, mas líder da oposição diz que PL não tem provas Carta com questionamento ao resultado eleitoralHoras depois de chegar aos Estados Unidos, Flávio publicou uma carta na qual contestou o resultado das eleições brasileiras. O senador foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito com 51,79% dos votos válidos (64,2 milhões), contra 48,21% (59,8 milhões) do candidato do PL.A diferença entre os dois foi de mais de 4,4 milhões de votos.A manifestação ocorreu apesar do reconhecimento do resultado eleitoral pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pela comunidade internacional e por aliados políticos do próprio senador.No Brasil, Flávio é alvo de investigações relacionadas a suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.