Polícia rastreia R$ 158 milhões em ativos financeiros do crime organizado

30 de Out de 2026 - 00:30
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Polícia rastreia R$ 158 milhões em ativos financeiros do crime organizado

Um levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) rastreou a quantia de R$ 158 milhões em ativos financeiros do crime organizado no período que entre janeiro de 2023 e outubro de 2026.Segundo a pasta, o monitoramento faz parte das ações de combate às organizações criminosas no estado por meio da inteligência financeira e da recuperação de ativos.Do total monitorado, R$ 44,2 milhões foram incorporados às contas do Governo do Estado e estão disponíveis para uso — conforme as regras de destinação. Outros R$ 2,4 milhões correspondem a bens incorporados.6 imagensFechar modal.1 de 6Entre 2019 e 2023, foram apreendidas 7 mil armas militares no SudesteInstituto Sou da Paz/DW2 de 6Suspeito de integrar crime organizado morre em confronto com a políciaDivulgação/Polícia Militar3 de 6Na casa de suspeito de participar de grupo de falsos policiais, foram encontrados cartões, relógios, dinheiro e uma pistola que pertence a uma carga de armas roubada, em junho, no interior paulista.Polícia Militar/Reprodução.4 de 6Divulgação/MPSP5 de 6PM prestou apoio ao MPSP em operação contra servidores da Fazendo envolvidos em esquema de corrupçãoDivulgação/ Polícia Militar6 de 6Servidoras da Prefeitura de Barretos (SP) são condenadas por organização criminosa e peculatoDivulgação/MPSP Leia também São PauloCarbono Oculto: sócio de Primo recebeu auxílio emergencial por seis meses São PauloPF apreende cocaína submersa em navio e mira tráfico em reduto do PCC São PauloReceptador de ouro alvo de operação em São Paulo integra PCC, diz polícia Vinicius PassarelliQuem é Primo, alvo da Carbono Oculto que virou um mito nos canaviais de SP Quantias obtidas por lavagem de dinhiro, tráfico de drogas, fraudes financeiras, golpes digitais e corrupção estão entre as atividades criminosas que podem utilizar esses mecanismos para esconder recursos ilícitos e inseri-los na economia formal.“Quando retiramos dinheiro dessas organizações, diminuímos sua capacidade de comprar equipamentos, financiar operações e expandir suas atividades”, afirma Lawrence Tanikawa, coordenador do programa Recupera-SP.Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), departamento de Inteligência financeira que identifica fluxos ilícitosDe acordo com a SSP, o combate à lavagem de dinheiro também conta com o trabalho do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), unidade do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol). Entre janeiro de 2023 e setembro de 2026, o laboratório identificou R$ 35,6 bilhões em fluxos ilícitos.