Tite diz que derrota do Botafogo foi condicionada por gol cedo: "Não tivemos força para buscar o empate"

29 de Out de 2026 - 00:20
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Tite diz que derrota do Botafogo foi condicionada por gol cedo: "Não tivemos força para buscar o empate"

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O técnico Tite analisou a derrota do para o Remo por 2 a 1 e afirmou que o resultado foi condicionado pelo gol marcado no início da partida. Nesta terça-feira, o time carioca foi superado no Mangueirão e não conseguiu se afastar da zona de rebaixamento.

Tite em Remo x Botafogo — Foto: Fernando Torres/AGIF

— O jogo foi condicionado, principalmente, por sofremos o gol cedo no primeiro tempo. A gente buscou e estabeleceu volume, mas sair atrás tráz uma pressão muito forte. Aconteceu no segundo tempo também. Mesmo fazendo o gol, nós não tivemos a força para buscar o empate - disse Tite.

O Remo abriu o placar no primeiro tempo. Jajá aproveitou um erro de Domingos Andrade em cobrança de escanteio e marcou. Na segunda etapa, Picco ampliou para o time da casa em uma trapalhada da defesa alvinegra. Edenilson descontou e fechou o 2 a 1.

— Esgotamento, não. O que acontece é que, de um jogo para outro, naturalmente, um atleta vai ter um declínio físico. Aí surge a possibilidade de entrar e acelerar o jogo, como foi o caso do Toledo, do Paulinho e do Edenilson. Quando o resultado não vem, isso afeta a confiança e, daqui a pouco, o lance mais refinado, a capacidade de finalização e a entrada no lado oposto acabam se perdendo. Então, mesmo tendo volume de jogo, não conseguimos traduzir isso em gols e virar o jogo.

Elenco do Botafogo posado antes de duelo com o Remo — Foto: Vitor Silva / Botafogo

Com o resultado, o Botafogo manteve os 39 pontos na 11ª colocação antes da sequência da rodada. Cinco pontos separam o time da zona de rebaixamento.

— A história do Botafogo é a história de conquistas, recente de títulos. O momento, desde que eu vim, está: quem não atingiu 45 pontos vai estar em uma situação de atenção. Nós também.

O próximo compromisso do Botafogo será na quarta-feira, às 21h30, contra o Atlético-MG. Sem vencer como visitante há três meses, volta a jogar em casa contra o Galo.

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— Fundamentalmente, quando ela (amplitude) chega no último bloco, quando tem esse cruzamento, normalmente você faz um pendulo para o lado da bola. Dependendo do adversário, colocando no último estágio, o jogador vai ter essa possibilidade. Temos que fazer essa pressão anterior.

— As movimentações que ele trouxe tinha um atacante mais centralizado, prendia o Telles e tinha a passada do Marcelinho. Aí coloquei o Martins. Como se desenha a jogada desse lado, ele acompanha e a bola estava entrando. Fruto também de uma saída mais adiantada. No segundo tempo a gente corrigiu, colocou volume, mas insuficiente. Não há esse ponto gerador de confiança que me referi na situação anterior que tínhamos conquistado jogando bem contra o Coritiba e contra a Chape vencendo. Se perdeu um pouquinho.

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