Davi Brito e Bia Miranda viram alvo do MPF por divulgação de bets ilegais

9 de Out de 2026 - 12:10
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Davi Brito e Bia Miranda viram alvo do MPF por divulgação de bets ilegais

Os influenciadores Davi Brito, Raquel Brito e Bia Miranda viraram alvo do Ministério Público Federal (MPF) por suposta divulgação de cassinos e casas de apostas ilegais em suas respectivas contas do Instagram. As publicações do campeão do BBB 24 e das ex-participantes de A Fazenda aconteceram após a Medida Provisória (MP) que proibiu a atuação das casas de apostas on-line, as chamadas bets, no Brasil.De acordo com a coluna F5, da Folha de S. Paulo, a investigação começou após o jornalista Gabriel Perline divulgar um vídeo mostrando pessoas que estariam burlando a MP e divulgando cassinos de forma ilegal.4 imagensFechar modal.1 de 42 de 4Reprodução/Instagram3 de 4REPRODUÇÃO/GLOBO4 de 4Davi BritoInstagram/Reprodução Leia também Fábia OliveiraGaroto-propaganda de bet, Davi Brito se desespera com fim das apostas CelebridadesMãe de Davi Brito diz que paga caro a médicos por ser mãe do campeão do BBB Fábia OliveiraDavi Brito se emociona ao receber a noiva, Emily Araujo, no altar CelebridadesDavi Brito alerta convidados de casamento e ameaça penetras: “30 policiais” Os influenciadores estariam divulgando o link, afirmando não se tratar de uma bet, mas de uma plataforma de adivinhação. O Ministério Público aponta que os investigados postavam o link nos Stories, em vídeos do dia a dia, sempre afirmando não se tratar de bet.O Metrópoles tenta contato com o Ministério Público Federal para esclarecer as informações.Proibição das betsA decisão de acabar com as apostas de quota fixa no Brasil foi tomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com ele, os jogos e apostas viciam a população, causando endividamento e problemas de saúde mental.Lula endureceu o tom contra as bets próximo às eleições, no começo de setembro, e prometeu dar um fim ao setor. Desde então, a equipe econômica do governo trabalhou, junto da Advocacia-Geral da União (AGU), para amarrar um texto para a MP que evitasse ao máximo judicializações.No entanto, os esforços não foram suficientes e representantes do setor entraram com pedidos no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP, alegando que a interrupção das atividades no país foi abrupta, resultando em insegurança jurídica. Além disso, as empresas do ramo afirmam que pagaram outorgas para funcionar no país por um período de 5 anos, prazo que não foi cumprido pelo governo ao editar a MP.