Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai 1% com realização de lucros e eleições no radar

Ibovespa hoje
- Ibovespa cai aos 206,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,00 e juros futuros avançam.
- Boletim Focus eleva projeção de inflação para 5,22% em 2026 e reduz câmbio.
- BTG/Nexus: Flávio tem 52%, e Lula, 48% em votos válidos.
- FMI reduz previsão de crescimento do Brasil para 2,2% em 2026 e a 1,9% em 2027.
Confira as últimas dos mercados
Ibovespa na máxima e small caps com alta de 20%: o que os analistas veem agora
Dívida crescente impõe risco significativo a países em desenvolvimento, diz presidente do G24
As vulnerabilidades relacionadas à dívida de muitas economias em desenvolvimento constituem uma “grande barreira” ao crescimento inclusivo, afirmou na terça-feira o presidente do Grupo das 24 nações, alertando que os governos desses países enfrentam cada vez mais o peso crescente da dívida. Em declarações à imprensa durante as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial em Bangcoc, Taiwo Oyedele disse que estimativas indicam que os países em desenvolvimento estão pagando cerca de US$500 bilhões a mais por suas dívidas do que os países desenvolvidos, à medida que as economias enfrentam déficits fiscais crescentes. “O que temos observado entre os membros do G24 e, em especial, nos países em desenvolvimento, como os da África, é um aumento não apenas do volume da dívida, mas também dos custos da dívida”, disse Oyedele, que também é ministro das Finanças e ministro coordenador da Economia da Nigéria. Os países em desenvolvimento altamente endividados têm enfrentado imensa pressão este ano, sobrecarregados por choques de oferta decorrentes da guerra em curso no Oriente Médio, pelo aumento dos preços dos alimentos provocado por um “super El Niño” e pela alta nos custos dos empréstimos. (Reuters)
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) renova mínima do dia, com menos 0,49%, aos 3.968,92 pontos
Magazine Luiza (MGLU3) volta a leilão, com baixa de 5,97%, a R$ 11,49; demais varejistas também estão negativos
Ibovespa recua 1% e tenta manter os 206 mil pontos
O Ibovespa opera em forte queda na manhã desta terça-feira (13), com -1%, aos 206,6 mil pontos. Caem os grandes bancos, as varejistas e as ações de VALE3, enquanto as PETR4 viraram para alta. O dólar comercial sobe a R$ 5,01 e os juros futuros avançam. Na cena local, o Boletim Focus elevou a projeção de inflação para 5,22% em 2026 e reduziu o câmbio. A pesquisa BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro levantamento do instituto após o primeiro turno da eleição, realizado em 4 de outubro. O resultado é um empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, em simulação de segundo turno entre ambos, Flávio tinha 44% e Lula aparecia com 46%. Flávio terminou à frente no primeiro turno com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula. O resultado da primeira rodada de votação levou o Ibovespa a máximas recordes e a uma queda na cotação do dólar ante o real, assim como uma redução dos juros futuros, já que agentes do mercado financeiro veem uma possibilidade maior de um ajuste fiscal em um eventual governo Flávio Bolsonaro, embora o senador ainda não tenha delineado um plano concreto de controle das contas públicas. No exterior, preocupações com a IA impactaram nas ações de empresas do setor e pesaram sobre importantes índices acionários da Ásia. Relatos de avanços da fabricante chinesa de chips de memória CXMT alimentaram preocupações sobre o aumento da concorrência por parte de empresas chinesas do setor de IA, enquanto o presidente-executivo da Broadcom, Hock Tan, comparou parte do fluxo de capital para o setor de IA em geral a “apostas em cassinos”. Os investidores surfaram a onda da IA nos últimos quatro anos, à medida que gastos vultosos impulsionavam os lucros corporativos e o crescimento econômico, embora preocupações com riscos de concentração e com a rapidez do retorno sobre o investimento tenham pesado no cenário. Os índices futuros dos EUA operam de forma mista neste momento. (Felipe Alves)
Ibovespa faz nova mínima do dia, agora com menos 1,40%, aos 206.150,19 pontos
Ibovespa renova mínima do dia, com baixa de 1,38%, aos 206.191,96 pontos
Supermercadistas começam em queda: ASAI3, -2,86%; GMAT3, -1,75%; PCAR3, -1,96%
Siderurgia inicia no vermelho: CSNA3, -1,82%; GGBR4, -1,36%; GOAU4, -0,86%; USIM5, -2,88%
Azul (AZUL3) começa dia com menos 0,55%, a R$ 18,03
Grandes bancos começam em baixa: BBAS3, -1,91%; BBDC4, -2,22%; ITUB4, -1,92%; SANB11, -1,56%
Petrobras começa dia com altas de 0,43% (PETR3) e 0,57% (PETR4)
Ibovespa sai dos leilões com baixa de 1,00%, aos 206.984,54 pontos
Hapvida (HAPV3) começa com menos 1,80%, a R$ 8,74
Frigoríficos abrem no azul: BEEF3 sobe 1,78% e MBRF3 ganha 0,32%
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,0213 e venda a R$ 5,0219
Petro juniores começa mistas: PRIO3 sobe 0,11%, enquanto RECV3 e BRAV3 caem 0,90% e 0,83%
Embraer (EMBJ3) começa com alta de 0,98%, a R$ 90,08
B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,28%, a R$ 23,05
Axia Energia (AXIA3) começa dia com baixa de 0,77%, a R$ 59,38
Vale (VALE3) abre com baixa de 0,65%, a R$ 67,47
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,41%, aos 208.219,28 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com abre queda de 0,01%, aos 2.823,67 pontos
Após rali de até 70%, JPMorgan troca Localiza por Rumo entre favoritas do setor
Banco eleva Rumo (RAIL3) para compra e rebaixa Localiza (RENT3) para neutra após forte valorização das ações de transporte; tese passa a privilegiar geração de caixa e valuation.
Goolsbee diz que é preciso haver progresso para retomar caminho de corte de juros
O presidente do Federal Reserve de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que é necessário haver algum avanço para retomar a trajetória de corte das taxas de juros que o Federal Reserve dos EUA vinha seguindo, segundo reportagem do site de notícias Semafor divulgada nesta terça-feira. A inflação ligada ao boom da inteligência artificial está “saindo da linha” e começando a elevar os preços em setores da economia que não têm relação direta com ela, disse Goolsbee à Semafor em uma entrevista.
Irã está mais preocupado com guerra econômica do que com confronto armado
O Irã está mais preocupado em combater as sanções e a pressão econômica neste momento do que com um confronto armado, afirmou Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Majlis, o parlamento unicameral da República Islâmica. “Hoje, a guerra econômica é mais importante do que o confronto militar ou a guerra cibernética”, disse Ghalibaf, citado pela agência de notícias Tasnim. Em sua visão, a pressão econômica é “o principal eixo da guerra contra o Irã, e a principal tarefa das autoridades do país é tomar as decisões corretas e garantir a estabilidade da governança do Estado”.
BlackRock vê oportunidade em títulos dos EUA pela primeira vez em seis anos
Braço de pesquisa da gestora rebaixa recomendações para ações americanas, citando possível volatilidade ligada à expansão da inteligência artificial.
Blackrock passa a deter 5,013% do total de ações da Azzas 2154
Ibovespa futuro renova mínima, com -1,03%, aos 206.845 pontos
MGLU3: “estrelas se alinham” para o Magazine Luiza e Itaú BBA eleva ações para compra
Com os juros em trajetória de baixa e maior confiança de que esse movimento será duradouro, o banco revisou suas projeções para um cenário de normalização, considerando juros reais próximos de 6%.
Blackrock aumenta participação na Alupar para 5,195%
Índice EWZ cai 1,13% na pré-abertura dos EUA
Goldman Sachs supera estimativas de lucro trimestral
A Goldman Sachs superou as estimativas de lucro para o terceiro trimestre nesta terça-feira, já que as operações de fusões e aquisições se mantiveram estáveis e a volatilidade dos mercados, associada ao conflito no Oriente Médio, impulsionou sua receita no segmento de equities, levando suas ações a uma alta de 3,8% antes do início do pregão. Os mercados acionários dos EUA apresentaram volatilidade durante o trimestre, impulsionados pelo aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve em setembro, pelo aumento dos custos dos combustíveis e por uma onda de vendas de ações do setor de chips. Os investidores reestruturaram agressivamente suas carteiras, resultando em maior receita para as mesas de operações dos bancos. O setor de equities registrou um salto de 72% na receita trimestral, para US$6,44 bilhões. A receita do setor de renda fixa, câmbio e commodities, no entanto, ficou em US$3,47 bilhões, uma queda de 1% em relação ao ano anterior. O lucro total foi de US$5,29 bilhões, ou US$17,01 por ação, nos três meses encerrados em 30 de setembro. Isso se compara a US$4,10 bilhões, ou US$12,25 por ação, no mesmo período do ano anterior. Analistas esperavam um lucro de US$13,02 por ação, de acordo com estimativas compiladas pela LSEG.
Magazine Luiza (MGLU3): banco eleva recomendação para compra e preço-alvo; veja o novo valor
“Taxas de juros mais baixas, somadas ao bom momento, inclinam a relação risco-retorno no curto prazo. A Magalu (MGLU3) é indiscutivelmente a empresa mais sensível às taxas de juros em nossa cobertura”, afirma o Itaú BBA. “Com as taxas agora em tendência de queda – e com crescente confiança de que essa tendência veio para ficar – atualizamos nossas projeções e ajustamos os resultados para um cenário normalizado, com taxas reais próximas a 6%, um nível que muitos investidores estão utilizando (dado o contexto global de taxas de juros). Cada redução de 100 pontos-base na curva adiciona 11% ao lucro por ação (LPA) da Magalu”, calcula. “Paralelamente, os desafios enfrentados por um de seus principais concorrentes, a Casas Bahia (BHIA3), combinados com a entrada da Magalu em marketplaces (MELI e Amazon), devem beneficiar diretamente as receitas (+R$ 7,5 bilhões em 2027) e os resultados (+R$ 300 milhões), sustentando uma sequência sólida de trimestres e revisões para cima”. Mas o BBA ainda tem uma perspectiva de longo prazo “estruturalmente desafiadora”, dado o forte aumento da concorrência nos últimos anos. “O principal debate agora é como a Magalu executará seus planos e quanto dessas vendas se converterá em caixa, considerando o financiamento de ativos e recebíveis necessário para sustentar o crescimento”. O BBA acabou por elevar a recomendação da ação para compra e o preço-alvo para R$ 16 para o final de 2027.
Dólar comercial amplia ganhos, com +0,64%, a R$ 5,016
JPMorgan é afetado pela desaceleração no setor de banco de investimento; ações caem
O lucro do JPMorgan Chase aumentou no terceiro trimestre, impulsionado pelo desempenho dos setores de banco de investimento e operações de mercado, mas suas ações se desvalorizavam 3% nas negociações pré-mercado, já que uma recente desaceleração no assessoramento em fusões e aquisições gerou preocupações quanto ao crescimento futuro. Os dealmakers de Wall Street tiveram um início de ano espetacular, com destaque para a histórica abertura de capital da SpaceX, de Elon Musk. Mas o mercado de IPOs perdeu fôlego nas últimas semanas, ameaçando o que poderia ter sido um ano excepcional para o setor de banco de investimento. O JPMorgan registrou uma queda de 8% nas comissões de banco de investimento em relação ao segundo trimestre, mesmo tendo registrado um aumento de 14% em comparação com o mesmo período do ano anterior. “As comissões de banco de investimento cresceram, cada uma, a uma taxa na casa dos 15%, impulsionadas por níveis elevados de atividade dos clientes, embora a atividade tenha se moderado um pouco durante o trimestre”, afirmou o presidente-executivo Jamie Dimon em comunicado.
EUA: variação semanal de empregos ADP fica positiva em 24,80 mil, acima dos 23,80 mil da última leitura
Ibovespa futuro amplia perdas, com -0,83%, aos 207.255 pontos
Líbano condena ataques na Arábia Saudita; países mantêm diálogo
O presidente libanês, Joseph Aoun, conversou com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, para reiterar sua condenação aos recentes ataques dos houthis contra o aeroporto Rei Khalid, em Riad, e outras infraestruturas civis no reino. Durante a ligação, o príncipe herdeiro informou Aoun sobre a situação atual na Arábia Saudita após os ataques. Aoun expressou a total solidariedade do Líbano ao reino, afirmando que os ataques representam uma ameaça direta à estabilidade e à segurança regional. Ele acrescentou que é fundamental respeitar a soberania e a integridade territorial da Arábia Saudita, evitando qualquer ataque a instalações civis vitais. (informações da Al Jazeera)
DIs: juros futuros começam com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,443 | 0,004 |
| DI1F28 | 12,600 | 0,080 |
| DI1F29 | 12,315 | 0,095 |
| DI1F31 | 12,310 | 0,065 |
| DI1F32 | 12,375 | 0,065 |
| DI1F33 | 12,415 | 0,065 |
| DI1F34 | 12,375 | 0,000 |
| DI1F35 | 12,425 | 0,060 |
DXY: índice dólar apresenta baixa de 0,31%, aos 102,27 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,30%, cotado a R$ 4,999 na compra e a R$ 5,000 na venda
Minidólar com vencimento em novembro (WDOX26) abre dia com alta de 0,08%, cotado a 5.016,50
Dólar futuro abre em alta de 0,11%, cotado aos 5.017,50 pontos
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre o dia com mais 1,69%, aos 418.640,00
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,43%, cotado aos 208.095 pontos
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) abre sessão com queda de 0,29%, aos 207.830 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Visa recebe aval para iniciar preparativos de negócio doméstico na China
A Visa anunciou que recebeu do Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) a autorização para iniciar os preparativos formais para estabelecer uma instituição doméstica de compensação (clearing) de cartões no país. Segundo a companhia, a medida representa um marco importante rumo à atuação no mercado doméstico de pagamentos chinês. Em comunicado, o CEO da Visa, Ryan McInerney, afirmou que a aprovação da solicitação da empresa americana “marca um passo significativo” no compromisso de longo prazo com a China e destacou a importância de uma relação “construtiva e estrategicamente estável” entre Pequim e Washington. Ele também lembrou que a Visa atua há mais de 40 anos no ecossistema de pagamentos do país e disse que a companhia seguirá os procedimentos previstos nas regras do PBoC para avançar na operação doméstica. A Visa descreveu a China como um dos mercados de pagamentos digitais mais avançados e dinâmicos do mundo, cujo ecossistema é altamente inovador. A empresa afirmou que pretende levar segurança e confiabilidade a consumidores e empresas locais chinesas.
Stellantis tem queda de 1% nos embarques no 3º trimestre, pressionada pela América do Norte
A Stellantis, dona da marca Jeep, informou que seus embarques globais de veículos caíram cerca de 1% no terceiro trimestre, com paradas programadas de produção no verão na América do Norte e uma retração no mercado turco compensando o crescimento das entregas de elétricos na Europa. A empresa disse nesta terça-feira que os embarques globais – entregas de veículos a concessionárias e distribuidores, ou diretamente a clientes de varejo e frotas – recuaram para uma estimativa de 1,29 milhão de unidades. Na América do Norte, os embarques caíram 12% no trimestre. Foram cerca de 47 mil veículos a menos do que no mesmo período do ano anterior, com o impacto concentrado em paradas planejadas que atingiram principalmente modelos da Jeep, como Grand Cherokee e Compass. As entregas da Ram, por outro lado, aumentaram, com a demanda impulsionada pela picape Ram com motor V8 e pelo novo modelo Ram 1500 TRX SRT.
Ueda, do BoJ, defende estabilizar inflação em 2% e monitora escalada global de juros soberanos
O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Kazuo Ueda, afirmou nesta terça-feira, 13, que a inflação subjacente do país está próxima de 2% e que é importante estabilizar os preços nesse nível, ao participar de sessão na Câmara dos Representantes. Segundo a Reuters, várias fontes disseram que o banco central japonês confirmará que a inflação atingiu a meta em sua próxima reunião. Ueda também disse monitorar pressões inflacionárias da guerra no Oriente Médio, emissões de dívidas relacionadas à inteligência artificial, políticas fiscais de cada país e indicadores econômicos positivos, principalmente nos Estados Unidos. Na visão do presidente do BoJ, tudo isso está contribuindo para a escalada de rendimentos soberanos globalmente, que é monitorada “cuidadosamente” pelo BoJ. Já a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, ressaltou que mantém comunicação próxima com os Estados Unidos para assegurar um comportamento ordenado do mercado cambial.
Movida registra lucro líquido de R$152,1 no 3º tri
A Movida Participações anunciou nesta terça-feira que alcançou lucro líquido de R$152,1 milhões no terceiro trimestre, expansão de 117% em relação ao mesmo período um ano antes e superando seu guidance, conforme prévia operacional da companhia. De acordo com o documento, trata-se do maior resultado trimestral nos últimos quatro anos. A receita bruta do grupo foi de R$4,18 bilhões no período, crescimento de 3,5% frente ao terceiro trimestre de 2025, com destaque para o recorde de R$2,7 bilhões em receita bruta de locação. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$1,80 bilhão, expansão de 21,4%.
Lula anuncia pacote para MEIs com crédito e medidas contra endividamento
Governo também deve reforçar proposta para elevar teto de faturamento e permitir contratação de até dois empregados.
Kassio convoca campanhas de Flávio e Lula para reunião nesta terça (13)
Na semana passada, André Mendonça, vice-presidente da Corte, determinou a retirada do ar de uma série de postagens da campanha de Lula.
Ucrânia suspende ataques a refinarias de petróleo russas por dois dias, diz Zelenskiy
A Ucrânia suspendeu os ataques a refinarias de petróleo russas e a outras infraestruturas energéticas do país por dois dias, após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de um cessar-fogo no setor energético, afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, nesta terça-feira. No entanto, ele disse que a Rússia não se absteve de realizar ataques. “Durante esse período, os russos atacaram tanto nossas instalações de energia quanto nossa infraestrutura crítica, enviando sinais absolutamente claros de que não têm intenção de abster-se de ataques contra a Ucrânia”, declarou ele no X.
PL deve liberar bancada em votação da proposta sobre fim da 6×1 no Senado, diz líder
Flávio Bolsonaro tem se posicionado contra o texo, uma das bandeiras de Lula.
BP vê margem de refino triplicar e atinge meta de endividamento, mas alerta para baixas contábeis
A BP estimou nesta terça-feira que suas margens de refino no terceiro trimestre triplicaram em relação ao ano passado, à medida que a guerra no Irã impulsiona os lucros das grandes petrolíferas, mas também sinalizou baixas contábeis entre US$3 bilhões e US$4,5 bilhões relacionadas ao segmento de gás e energia de baixo carbono. Esta é a segunda vez em um ano que a empresa britânica registra grandes baixas contábeis nos negócios de baixo carbono, após ter feito impairments de mais de US$4 bilhões relacionados a ativos de energia solar, biogás e eólica offshore. A BP se recusou a fornecer detalhes sobre as últimas baixas contábeis. As baixas contábeis nos negócios de transição da BP ao longo do último ano somaram cerca de US$10 bilhões, ou aproximadamente 10% do patrimônio líquido da companhia antes da pandemia da Covid no início desta década, o que “demonstra os danos causados pelas aventuras anteriores da BP”, afirmaram analistas do RBC em uma nota, referindo-se à incursão no setor de energia renovável que o grupo abandonou no ano passado. (Reuters)
Focus: projeções para o câmbio caem para 2026, 2027 e 2029
- Dólar para 2026: R$ 5,15 (de R$ 5,20)
- Dólar para 2027: R$ 5,26 (de R$ 5,28)
- Dólar para 2028: R$ 5,30 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,30 (de R$ 5,33)
Focus: projeção para o PIB de 2028 sobe
- PIB para 2026: 1,85% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,40% (sem alterações)
- PIB para 2028: 1,83% (de 1,81%)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic cai para 13,25% para este ano
- Selic para 2026: 13,25% de 13,50%
- Selic para 2027: 12% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 10% (sem alterações)
Focus: projeção para o IPCA sobe para 5,22% para este ano
- IPCA para 2026: 5,22% de 5,01%
- IPCA para 2027: 4,30% (sem mudanças)
- IPCA para 2028: 3,79% de 3,80%
- IPCA para 2029: 3,50% de 3,51%
FMI: desaceleração da IA e alta nos yields são riscos iminentes para mercados globais
O risco da forte queda nos mercados financeiros, bem como um aumento repentino nos rendimentos dos títulos soberanos ou um grande ataque cibernético, estavam entre os “catalisadores plausíveis no curto prazo”.
FMI corta projeções de crescimento da economia brasileira em 2026 e 2027
O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou as projeções de crescimento da economia brasileira neste ano e no próximo, mantendo a perspectiva de desaceleração da atividade em 2027 atribuída ao efeito de condições monetárias restritivas, redução do estímulo fiscal e incertezas globais. Em seu mais recente relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira em Bangcoc, o FMI previu que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá 2,2% em 2026 e 1,9% em 2027, abaixo das altas de 2,4% e 2,2% respectivamente previstas em uma revisão para cima das estimativas feita em julho. O FMI reduziu agora as previsões de crescimento para a América Latina e o Caribe como um todo, afirmando que a maior parte da região está se beneficiando pouco do boom da inteligência artificial, que tem ajudado outras economias a absorver o choque energético causado pela guerra no Oriente Médio. O Fundo projetou um crescimento regional de 2,3% neste ano, ante 2,4% estimados antes. Para 2027, a estimativa foi reduzida de 2,7% para 2,5%. As revisões para baixo na região ocorrem mesmo com o Fundo tendo elevado ligeiramente sua previsão de crescimento mundial para este ano de 3,0% para 3,1%. “Na região (da América Latina e Caribe) como um todo, a implicação macroeconômica do choque de energia reflete o equilíbrio entre os ganhos dos exportadores de commodities e as perdas dos importadores de energia, bem como a credibilidade dos regimes de metas de inflação. Em contrapartida, há pouca compensação proveniente da recuperação do setor de tecnologia na maioria dos países”, disse o FMI no relatório.
Barris de petróleo recuam após alta no dia anterior
Os preços do petróleo operavam em queda nesta terça-feira, após avançarem quase US$ 2 por barril na sessão anterior. Os investidores avaliavam os riscos para a oferta causados pelos ataques à Arábia Saudita, ao mesmo tempo em que ponderavam a perspectiva de aumento das exportações de diesel pela Rússia. Os contratos futuros do Brent, referência internacional do petróleo, para entrega em dezembro caiam cerca de 1%.
- Petróleo WTI, -2,12%, a US$ 91,75 o barril
- Petróleo Brent, -1,91%, a US$ 104,91 o barril
Mercados da Ásia encerram dia de forma mista
Na Ásia, os mercados encerraram a sessão desta sexta-feira sem direção única. O índice Nikkei 225, do Japão, ficou praticamente estável, enquanto o CSI 300, da China continental, avançou 0,16%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,64%. Já em Hong Kong, o índice Hang Seng registrava ganho de 1,4% na última hora de negociação, acompanhando a melhora do apetite por risco nos mercados globais.
- ASX 200 (Austrália): +0,01%
- Nikkei (Japão): -1,82%
- Nifty 50 (Índia): +1,03%
- Hang Seng (Hong Kong): +0,30%
- Shanghai Composite (China): +0,10%
Bolsas da Europa têm leves ganhos
As ações europeias atingiam a maior alta da semana nesta terça-feira, à medida que os preços mais baixos do petróleo e a queda nos rendimentos dos títulos estimularam o apetite dos investidores, embora os resultados decepcionantes da LVMH, empresa-referência no setor de luxo, tenham pressionado o setor.
- STOXX 600: +0,38%
- DAX (Alemanha): +0,30%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,62%
- CAC 40 (França): +0,09%
- FTSE MIB (Itália): +0,27%
EUA: índices futuros operam mistos com liquidação de ações de fabricantes de chips
Os futuros de Nova York operam mistos acompanhando movimento iniciado na sessão de segunda (12) de liquidação de ações de fabricantes de chips. Além disso, mercados se preparam para início da temporada de resultados, com divulgações de grandes bancos, como JPMorgan e Goldman Sachs. A forte queda das ações das gigantes de memória Samsung Electronics e SK Hynix levou o principal índice de ações da Ásia ao menor nível desde agosto. Uma parte fundamental da tese de investimento em inteligência artificial está sendo questionada, à medida que investidores reavaliam se o ritmo dos aportes na tecnologia pode ser sustentado em um contexto de crescentes preocupações com segurança e sinais de restrição no financiamento.
- Dow Jones Futuro: +0,07%
- S&P 500 Futuro: -0,13%
- Nasdaq Futuro: -0,61%
Abertura de mercados
Uma nova pesquisa sobre o segundo turno da eleição presidencial e as preocupações com o setor de inteligência artificial devem dar o tom aos mercados nesta terça-feira. Na cena local, pesquisa BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro levantamento do instituto após o primeiro turno da eleição, realizado em 4 de outubro. O resultado é um empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, em simulação de segundo turno entre ambos, Flávio tinha 44% e Lula aparecia com 46%. Flávio terminou à frente no primeiro turno com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula. O resultado da primeira rodada de votação levou o Ibovespa a máximas recordes e a uma queda na cotação do dólar ante o real, assim como uma redução dos juros futuros, já que agentes do mercado financeiro veem uma possibilidade maior de um ajuste fiscal em um eventual governo Flávio Bolsonaro, embora o senador ainda não tenha delineado um plano concreto de controle das contas públicas. No exterior, preocupações com a IA impactaram nas ações de empresas do setor e pesaram sobre importantes índices acionários da Ásia. Relatos de avanços da fabricante chinesa de chips de memória CXMT alimentaram preocupações sobre o aumento da concorrência por parte de empresas chinesas do setor de IA, enquanto o presidente-executivo da Broadcom, Hock Tan, comparou parte do fluxo de capital para o setor de IA em geral a “apostas em cassinos”. Os investidores surfaram a onda da IA nos últimos quatro anos, à medida que gastos vultosos impulsionavam os lucros corporativos e o crescimento econômico, embora preocupações com riscos de concentração e com a rapidez do retorno sobre o investimento tenham pesado no cenário. (Reuters)
Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula 45% das intenções de voto no 2º turno, mostra BTG/Nexus
O senador Flávio Bolsonaro (PL) assumiu a liderança das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após levantamentos anteriores apontarem empate técnico entre os dois candidatos, mostrou pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira. De acordo com a 17ª rodada da pesquisa, Flávio soma agora 48% das intenções de voto, ante 44% na sondagem anterior, enquanto Lula aparece com 45%, ante 46% na pesquisa precedente. Considerados apenas os votos válidos, com exclusão dessas respostas, Flávio registra 52% e Lula, 48%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, os dois candidatos apareciam em situação de empate técnico. O percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu para 5%, de 8% na pesquisa anterior. Flávio venceu o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 10 e 12 de outubro.
Vendas do varejo sobem 6,3% no 3º tri, diz Stone
As vendas do comércio brasileiro encerraram o terceiro trimestre com alta de 6,3%, na comparação anual, segundo pesquisa da empresa de meios de pagamento e banco digital Stone divulgada nesta terça-feira. Ante o segundo trimestre, o Índice do Varejo Stone (IVS) mostrou alta de 1,6% do comércio no período de julho a setembro, mês em que as vendas caíram 0,3% ante agosto mas cresceram 5,4% sobre um ano antes. “A principal leitura é que a renda continua sustentando o consumo, especialmente nos segmentos mais ligados às necessidades do dia a dia, enquanto as condições de crédito seguem limitando os setores mais dependentes de financiamento”, disse o economista e pesquisador da Stone, Guilherme Freitas, em comunicado da empresa à imprensa. O levantamento indica que no acumulado dos nove primeiros meses do ano, o comércio brasileiro teve crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período de 2025. Em setembro comparado com o mesmo mês de 2025, cinco dos oito segmentos do varejo analisados tiveram vendas maiores, com a maior ocorrendo em Combustíveis e Lubrificantes (13,4%).
DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,439 | -0,012 |
| DI1F28 | 12,520 | -0,040 |
| DI1F29 | 12,220 | -0,100 |
| DI1F31 | 12,245 | -0,175 |
| DI1F32 | 12,310 | -0,185 |
| DI1F33 | 12,350 | -0,205 |
| DI1F34 | 12,375 | -0,200 |
| DI1F35 | 12,365 | -0,205 |
Dólar comercial terminou a sexta-feira com baixa de 0,78%
O dólar comercial voltou a cair diante ao real, depois de duas altas consecutivas. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,11%, aos 102,25 pontos. Câmbio encerrou semana com baixa de 4,44%.
- Venda: R$ 4,985
- Compra: R$ 4,984
- Mínima: R$ 4,976
- Máxima: R$ 5,009
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| VIVT3 | -5,25 | 30,35 |
| TIMS3 | -4,18 | 18,10 |
| AURE3 | -2,93 | 15,59 |
| CXSE3 | -2,48 | 20,87 |
| KLBN11 | -2,00 | 18,13 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MRVE3 | 21,62 | 7,82 |
| MGLU3 | 19,22 | 12,22 |
| LREN3 | 11,56 | 15,06 |
| CURY3 | 9,66 | 34,52 |
| COGN3 | 8,53 | 3,18 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 91.482 | 0,94 |
| BBDC4 | 91.440 | 0,46 |
| LREN3 | 76.868 | 11,56 |
| MGLU3 | 74.726 | 19,22 |
| ITUB4 | 71.582 | 2,27 |
Ibovespa terminou sexta-feira (9) com alta de 1,38%, aos 209.066,90 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 209.713,45 (máxima histórica)
- Mínima: 206.237,55
- Diferença para a abertura: +2.846,66 pontos
- Volume: R$ 56,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (5): +7,70%
- Terça-feira (6): -0,52%
- Quarta-feira (7): -0,74%
- Quinta-feira (8): +0,94%
- Sexta-feira (9): +1,38%
- Semana: +8,82%
- Outubro: +12,20%
- 4T26: +12,20%
- 2026: +29,75%
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