Um dos gêneros mais marcantes da geração do PS2 voltou com força máxima em 2026

24 de Out de 2026 - 14:00
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Um dos gêneros mais marcantes da geração do PS2 voltou com força máxima em 2026

Na geração do PS2, entre o sucesso de , , e o surgimento genial de Fumito Ueda e suas ideias artísticas com Shadow of the Colossus e ICO, um gênero que se destacou muito na plataforma foi o hack and slash. Quando os jogos passaram a ser 3D, a ação e pancadaria dos beat 'em ups 2D já não eram mais suficientes, então era necessário dar um passo à frente. Assim, surgiu o hack and slash, gênero responsável por duas das maiores obras do PS2: God of War e Devil May Cry.

Capcom e Santa Monica Studios ditaram as bases do hack and slash por anos e, com certeza, estão no panteão do gênero. Porém, não apenas de passado vive o hack and slash; no PS3 e Xbox 360, tivemos a ascensão da Platinum Games com Bayonetta e a genialidade de Hideki Kamiya, criador de Devil May Cry e diretor de Resident Evil 2 (1998), além de Hideo Kojima produzindo Metal Gear Rising e sua icônica mecânica de fatiar coisas na direção desejada pelo jogador.

Apesar de uma baixa com a maior relevância de gêneros como soulslike, roguelike e até mesmo os RPGs de ação, o hack and slash sempre esteve ali presente com grandes títulos, e em 2026 não foi diferente. Por isso, o IGN Brasil separou quatro jogos hack and slash de 2026 que você deve ficar de olho.

Control Resonant

Se tem um estúdio atual capaz de criar qualquer jogo que deseja, esse estúdio é a Remedy Entertainment. Responsáveis por Max Payne, Quantum Break e Alan Wake, a desenvolvedora finlandesa retomou a franquia Control de uma forma bem diferente do que vimos enquanto explorávamos a Casa Antiga no controle de Jesse Faden. Desta vez, estamos no controle de Dylan Faden, irmão de Jesse, que possui ainda mais poderes paranaturais.

Esqueça as armas e tiroteios e abrace a porradaria sem fim. é intenso em seus combates com diversos inimigos, batalhas de chefes impactantes, golpes de finalização brutais e uma variedade de builds impressionantes. Se você é um jogador de hack and slash, amante de combos aéreos, existem builds para você; se você é do time dos golpes pesados, também é possível descer a marretada em todo inimigo que aparecer na sua frente. Enfim, Control Resonant não é apenas um dos melhores hack and slash do ano, mas também um dos melhores jogos de 2026.

Onimusha: Way of the Sword

O ano de 2026 tem sido absurdamente incrível para a Capcom. O pontapé inicial foi dado com o incrível Resident Evil Requiem, e o encerramento não poderia ser melhor. reviveu a clássica franquia que surgiu no PS2 após mais de 20 anos sem um título inédito e beirou a perfeição.

A melhor definição para o jogo é que ele traz a mesma sensação de assistir a um ótimo anime shonen. As batalhas são excelentes, os chefes são impressionantes, a narrativa e os personagens cativam e emocionam, e tudo isso cercado de um combate muito dinâmico, fluido e agressivo. Cortar seus inimigos com um Issen é extremamente satisfatório.

Marvel's Wolverine

Esse pode ser um pouco polêmico, mas, ainda assim, foi um bom jogo de 2026. trouxe toda a brutalidade do carcaju da Marvel para o PlayStation 5 com um combate visceral. Partir e desmembrar os inimigos com suas garras de adamantium é prazeroso, e a mecânica da barra de fúria, que torna os ataques de Logan ainda mais poderosos conforme você bate, é muito boa e, quando se enche, o mar de sangue está garantido.

Embora a narrativa não seja tão boa quanto a dos jogos anteriores mencionados, Marvel's Wolverine ainda adapta de forma satisfatória o universo dos X-Men e é uma boa escolha para os fãs do mutante e de hack and slash.

Phantom Blade Zero

Esse ainda não lançou, mas já temos algumas coisas a falar. promete ser um dos melhores títulos de ação do ano com seu combate intenso, plástico, batalhas de chefe à lá soulslike, e uma variedade de armas e estilos de luta enorme.

O jogo chega agora em 28 de outubro, mas o IGN Brasil já teve o prazer de testá-lo antecipadamente. Em nossa , dissemos: "Saio dessa experiência me recusando a encaixar Phantom Blade Zero como soulslike, parecido com Sekiro ou sequer com Devil May Cry. É um gênero híbrido, um "gênero Phantom Blade". E com a certeza de que o combate, que já era o grande chamariz, é só a porta de entrada. A exploração, os chefes construídos como coreografias e o cuidado com a origem de cada movimento são o que deixam o jogo memorável."