Advogado de Trump questiona decisão de Zanin sobre horário de votação no Brasil

25 de Out de 2026 - 20:20
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Advogado de Trump questiona decisão de Zanin sobre horário de votação no Brasil

O advogado Martin De Luca, que representa a Trump Media e a plataforma Rumble, criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender o horário de votação em cidades brasileiras neste domingo (25), sem uma decisão prévia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em publicação na rede social X, De Luca questionou a rapidez da decisão e a iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de recorrer diretamente ao ministro do STF. O advogado também levantou dúvidas sobre o reconhecimento internacional do resultado das eleições.

“Em vez de aguardar uma decisão do TSE, Lula imediatamente pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinasse a manutenção das urnas abertas sem qualquer decisão do TSE. Em questão de minutos (Zanin sequer leu a petição?), as urnas foram mantidas abertas por Zanin”, escreveu.

De Luca critica Zanin e destaca que ministro já foi advogado de Lula

De Luca também destacou a relação profissional anterior entre Zanin e Lula. Antes de assumir uma cadeira no Supremo, o ministro atuou como advogado de defesa do petista em processos criminais relacionados a acusações de corrupção.

“O STF tem 11 ministros. O que Zanin fazia antes de se tornar ministro do Supremo? Ah, sim, ele era advogado de defesa de Lula nos processos criminais por corrupção”, publicou.

Na sequência, o advogado questionou se a comunidade internacional reconheceria o resultado eleitoral como fruto de uma disputa livre e justa. De Luca classificou o episódio como uma “manipulação flagrante das eleições” e afirmou que Lula não deveria esperar reconhecimento internacional diante das circunstâncias que descreveu.

Ao encerrar a publicação, De Luca perguntou se Lula estaria prestes a se tornar “o próximo Nicolás Maduro”, em referência ao presidente da Venezuela. “Pelo bem do Brasil, rezo para que não seja esse o caso.”