Apple prepara ofensiva na casa conectada com LG e IA do Google; o que esperar do evento?
A Apple está prestes a dar um passo importante em um mercado no qual, curiosamente, ainda não conseguiu reproduzir o protagonismo que conquistou com o iPhone. Na próxima terça-feira, 13 de outubro, a empresa realizará em Nova York o evento Welcome Home, com a expectativa de apresentar uma nova geração de dispositivos voltados à casa conectada.
Entre os produtos mais aguardados estão uma central inteligente com tela, conhecida provisoriamente como HomePad, um novo HomePod mini e uma atualização da Apple TV 4K. Mas a notícia mais interessante pode estar em uma parceria que ninguém esperava: Apple e LG estariam trabalhando juntas no desenvolvimento de uma família de acessórios domésticos inteligentes, incluindo fechaduras, câmeras de segurança, sensores e termostatos.
O movimento acontece em um momento particularmente interessante. A Apple está reformulando sua estratégia de inteligência artificial com tecnologias desenvolvidas em parceria com o Google, enquanto a LG amplia seu ecossistema ThinQ para conectar eletrodomésticos e dispositivos de diferentes fabricantes.
Se os rumores forem confirmados, teremos uma combinação curiosa: a Apple utilizando inteligência artificial desenvolvida com o Google para competir com o próprio Google no mercado doméstico, ao mesmo tempo em que se aproxima da LG para enfrentar ecossistemas consolidados, como o SmartThings da Samsung.
E essa disputa vai muito além de escolher qual aplicativo usar para acender a luz da sala.
Apple HomePad: uma nova central para a casa inteligente
O produto mais aguardado do evento é uma central doméstica com tela, frequentemente chamada de HomePad pela imprensa especializada. O nome ainda não foi confirmado oficialmente, mas o equipamento aparece há meses nos vazamentos acompanhados pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg.
A expectativa é de um dispositivo com tela de aproximadamente seis polegadas, câmera, alto-falantes e uma interface desenvolvida especificamente para controlar equipamentos domésticos.
A proposta seria reunir iluminação, climatização, fechaduras, câmeras de segurança, música, calendários e outros serviços em um único lugar.
Segundo os rumores, a Apple estaria preparando duas configurações: uma versão de mesa, com base e alto-falante, e outra que poderia ser instalada diretamente na parede.
Um dos recursos mais interessantes seria o reconhecimento dos moradores por meio de câmera e sensores. A central poderia identificar quem está próximo e apresentar uma interface personalizada, com informações e controles adaptados a cada pessoa.
O preço estimado é de aproximadamente US$ 350, embora a Apple ainda não tenha confirmado valores ou disponibilidade.
Na prática, o HomePad colocaria a empresa em concorrência mais direta com dispositivos como o Amazon Echo Show e o Google Nest Hub.
Mas existe um diferencial importante nessa nova geração: a inteligência artificial.
A parceria com o Google pode ser fundamental para a nova Siri
A chegada desses produtos acontece em um momento de transformação da estratégia de inteligência artificial da Apple.
Depois de enfrentar dificuldades e atrasos no desenvolvimento de uma Siri mais avançada, a empresa estabeleceu uma parceria com o Google para utilizar tecnologias da família Gemini como parte da evolução de seus modelos de IA.
Essa colaboração é particularmente importante porque a nova geração de dispositivos domésticos deverá depender de uma Siri muito mais capaz de compreender linguagem natural, interpretar contextos e executar comandos complexos.
A ideia é que o assistente deixe de funcionar apenas como um sistema que responde a instruções específicas e passe a compreender melhor as necessidades dos moradores.
Imagine pedir para preparar a casa para assistir a um filme. Em vez de configurar individualmente iluminação, temperatura, televisão e sistema de som, uma inteligência artificial mais avançada poderia coordenar diferentes equipamentos de maneira contextual.
Esse é o tipo de experiência que a indústria promete há anos, mas que ainda enfrenta limitações práticas.
É importante destacar que a Apple ainda não confirmou quais funcionalidades da nova Siri estarão disponíveis nesses dispositivos, nem como os modelos de IA desenvolvidos em parceria com o Google serão utilizados especificamente na casa conectada.
Mesmo assim, a relação entre as duas empresas cria uma situação interessante.
O Google pode acabar fornecendo parte da inteligência que ajudará a Apple a disputar espaço com seus próprios produtos Nest e com o Google Home.
No mercado de tecnologia, colaboração e concorrência frequentemente caminham juntas. E essa é uma das melhores demonstrações de como as alianças estão ficando mais complexas na era da inteligência artificial.
Apple e LG: uma parceria que faz muito sentido
Uma reportagem da Bloomberg, repercutida pelo TechCrunch, aponta que Apple e LG estão trabalhando no desenvolvimento conjunto de uma família de acessórios para casas inteligentes.
Entre os equipamentos mencionados estão fechaduras eletrônicas, campainhas com câmera, termostatos, sensores de temperatura e diferentes modelos de câmeras de segurança.
A informação mais interessante é que esses produtos seriam comercializados com a marca LG, mas contariam com tecnologias desenvolvidas em colaboração com a Apple.
Não seria simplesmente uma linha de acessórios de terceiros compatíveis com HomeKit.
A proposta indicaria uma participação mais profunda da Apple no desenvolvimento dos dispositivos e de suas funcionalidades.
E, olhando para o posicionamento atual das duas empresas, essa parceria faz bastante sentido.
A LG abandonou o mercado de smartphones em 2021 e atualmente não possui uma presença relevante em categorias como tablets e notebooks de consumo, especialmente quando comparada à Apple.
Por outro lado, a fabricante sul-coreana é uma das maiores referências mundiais em televisores, eletrodomésticos e climatização, justamente segmentos nos quais a Apple praticamente não atua com hardware próprio.
As duas empresas possuem portfólios muito mais complementares do que concorrentes.
A Apple oferece smartphones, computadores, tablets, relógios inteligentes, software e serviços. A LG possui televisores, geladeiras, máquinas de lavar, sistemas de ar-condicionado e uma infraestrutura industrial consolidada.
Uma parceria permitiria combinar essas competências sem criar grandes conflitos entre suas principais linhas de produtos.
E, de quebra, aumentaria a pressão sobre uma concorrente que atua praticamente em todas essas categorias: a Samsung.
A disputa com Samsung e SmartThings ganha uma nova dimensão
A Samsung talvez seja a empresa que melhor exemplifica o potencial de um ecossistema doméstico abrangente.
A fabricante possui smartphones, tablets, notebooks, televisores, eletrodomésticos e uma plataforma de automação residencial, o SmartThings, que permite integrar equipamentos próprios e de outros fabricantes.
Em determinados mercados, essa integração também envolve fechaduras inteligentes, sensores, sistemas de segurança e outros dispositivos domésticos.
A proposta é que diferentes equipamentos conversem entre si, permitindo automatizar tarefas e controlar a residência por uma interface centralizada.
A LG vem desenvolvendo uma estratégia semelhante com o ThinQ.
Durante minha passagem pela IFA 2026, em Berlim, tive a oportunidade de acompanhar de perto a evolução desse ecossistema. Uma das coisas que mais chamaram minha atenção foi justamente a ampliação das possibilidades de integração com equipamentos de outras marcas.
A LG está deixando cada vez mais claro que sua estratégia de casa conectada não depende exclusivamente de vender eletrodomésticos próprios.
O objetivo é fazer com que diferentes dispositivos possam conversar entre si e participar de uma experiência doméstica integrada.
E é nesse contexto que a possível parceria com a Apple se torna especialmente interessante.
A LG já possui o ThinQ. A Apple possui o Apple Home, o HomeKit e uma base gigantesca de usuários de iPhone.
Como esses ecossistemas poderão trabalhar juntos?
Será que teremos uma integração mais profunda entre o ThinQ e o Apple Home? Os novos acessórios desenvolvidos em conjunto terão funcionalidades exclusivas para iPhone? E como ficará a compatibilidade com outros sistemas, incluindo Google Home e SmartThings?
Essas são algumas das perguntas mais importantes para o evento.
Até agora, não existe confirmação de que a parceria envolverá uma integração direta entre ThinQ e Apple Intelligence. Também não há informações sobre possíveis mudanças na estratégia de compatibilidade da LG com outras plataformas.
Mas o potencial é evidente.
A Samsung possui uma vantagem importante ao controlar diferentes categorias de produtos. A parceria entre Apple e LG poderia oferecer uma alternativa baseada na combinação de dois ecossistemas que já possuem forte presença no mercado.
Acessórios LG poderão funcionar apenas aproximando o iPhone
Vazamentos publicados pelo MacRumors e pelo The Verge em 9 de outubro trouxeram detalhes sobre como os novos acessórios poderiam funcionar.
Uma das novidades seria uma tecnologia chamada Proximity Control, que permitiria interagir com dispositivos domésticos simplesmente aproximando o iPhone.
Ao chegar perto de um termostato, por exemplo, o smartphone poderia identificar automaticamente o equipamento e apresentar seus controles na Dynamic Island.
O mesmo conceito poderia ser aplicado a câmeras, fechaduras e outros dispositivos.
A tecnologia utilizaria NFC e Bluetooth Low Energy para identificar acessórios próximos.
Outra funcionalidade mencionada é a possibilidade de iniciar a configuração de determinados equipamentos antes mesmo de conectá-los à energia elétrica.
O usuário aproximaria o iPhone do acessório, transmitindo informações necessárias ao pareamento. Quando o dispositivo fosse ligado, poderia concluir automaticamente sua conexão à rede doméstica.
Os vazamentos mencionam componentes de segurança da NXP e integração com tecnologias como Matter e Thread.
Embora esses recursos ainda não tenham sido confirmados oficialmente, eles ajudam a entender uma possível direção da Apple.
A empresa não estaria apenas tentando ampliar a quantidade de dispositivos compatíveis com seu ecossistema, mas também simplificar a maneira como as pessoas interagem com eles.
E essa facilidade de uso pode ser um diferencial importante em um mercado no qual configurar diferentes equipamentos ainda pode exigir aplicativos, contas e procedimentos específicos.
Nova Apple TV 4K: um produto que já é excelente pode ficar ainda melhor
Entre os lançamentos esperados, a nova Apple TV 4K é um dos produtos que mais despertam minha curiosidade.
E aqui entra uma experiência pessoal.
Eu utilizo uma Apple TV 4K na minha sala e, sinceramente, hoje não tenho vontade de substituí-la pelo sistema operacional integrado de uma televisão, seja da Samsung, da LG ou de outra fabricante.
Não porque esses sistemas sejam ruins. Pelo contrário, tanto o Tizen quanto o webOS evoluíram bastante nos últimos anos.
Mas a experiência que encontro na Apple TV continua sendo uma das melhores do mercado.
O sistema é extremamente ágil, responsivo e organizado. A integração com outros dispositivos da Apple funciona muito bem, e a navegação entre aplicativos e serviços é bastante fluida.
Também gosto da maneira como o sistema organiza e recomenda conteúdos, além da integração com aplicativos e serviços de streaming.
Para quem acompanha esportes americanos, como NFL e NBA, a disponibilidade de aplicativos e assinaturas compatíveis também é um diferencial interessante, embora o acesso às competições dependa dos serviços e direitos de transmissão de cada mercado.
Outro aspecto que considero importante é o tratamento de imagem.
A Apple TV 4K oferece suporte a Dolby Vision, HDR10+ e diferentes configurações de saída de vídeo, incluindo recursos para correspondência automática de faixa dinâmica e taxa de quadros.
Ela também permite converter a saída de conteúdos SDR para formatos HDR quando configurada dessa maneira, embora isso não signifique transformar uma produção SDR em conteúdo originalmente masterizado em Dolby Vision.
São funcionalidades que ajudam a tornar a experiência bastante completa.
E o mais curioso é que, mesmo sendo um produto lançado em 2022, a geração atual continua extremamente rápida e atual.
Por isso, tenho bastante curiosidade para descobrir o que a Apple pretende melhorar.
Os rumores apontam para a adoção de um processador da família A19, mais memória e novas tecnologias de conectividade.
Em termos de desempenho convencional, a Apple TV 4K atual já atende muito bem às necessidades de reprodução de conteúdo e navegação.
Mas a chegada de uma nova geração da Siri e de recursos mais avançados de inteligência artificial cria uma justificativa muito mais interessante para atualizar o hardware.
Um processador mais moderno poderia oferecer capacidade adicional para executar modelos de IA, interpretar comandos e integrar diferentes equipamentos domésticos.
A Apple TV já funciona como central doméstica do Apple Home em determinadas configurações.
Com a nova geração, ela poderia assumir um papel ainda mais importante na integração entre entretenimento, inteligência artificial e automação residencial.
A grande questão é descobrir quais recursos realmente dependerão do novo hardware e quais poderão chegar aos modelos anteriores por atualizações de software.
HomePod mini 2: a Siri precisa de um hardware à altura
Outro lançamento aguardado é a segunda geração do HomePod mini.
O modelo original chegou ao mercado em 2020 utilizando o processador S5, desenvolvido inicialmente para o Apple Watch.
Apesar de continuar atendendo às funções básicas de reprodução de áudio e controle doméstico, o equipamento possui limitações de processamento quando comparado aos dispositivos mais recentes da Apple.
A nova geração deverá receber um chip mais moderno, conectividade atualizada e maior integração com os recursos da Siri.
Entre as tecnologias mencionadas nos rumores estão Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread, embora as especificações finais ainda não tenham sido confirmadas.
Também são esperadas novas opções de cores, sem grandes alterações no design externo.
Assim como acontece com a Apple TV, o principal motivo para atualizar o HomePod mini pode estar menos relacionado às funções tradicionais do equipamento e mais à chegada da inteligência artificial generativa.
Uma Siri capaz de compreender melhor solicitações e coordenar diferentes equipamentos poderá tornar os alto-falantes inteligentes muito mais úteis no cotidiano.
Resta saber quais recursos estarão disponíveis no lançamento e se os modelos anteriores continuarão recebendo as principais novidades.
Matter e Thread podem ajudar a unir esses ecossistemas
Um dos maiores desafios da casa conectada sempre foi a interoperabilidade.
Durante muito tempo, consumidores precisaram escolher equipamentos de acordo com a compatibilidade com Alexa, Google Home, Apple Home ou plataformas específicas dos fabricantes.
O padrão Matter surgiu justamente para reduzir essa fragmentação.
Desenvolvido com a participação de empresas como Apple, Google, Amazon e Samsung, ele busca facilitar a comunicação entre dispositivos de diferentes marcas e plataformas.
O Thread, por sua vez, oferece uma tecnologia de rede sem fio de baixo consumo, especialmente adequada para sensores, fechaduras e outros acessórios domésticos.
A combinação dessas tecnologias poderá desempenhar um papel importante na expansão do ecossistema Apple.
Mas existe uma diferença entre oferecer compatibilidade e entregar a mesma experiência em todas as plataformas.
Os vazamentos sobre os acessórios LG sugerem que a Apple poderá utilizar padrões abertos de comunicação e, ao mesmo tempo, desenvolver funcionalidades exclusivas para usuários de iPhone.
Isso permitiria que um equipamento funcionasse com diferentes sistemas, mas oferecesse uma experiência mais integrada dentro do ecossistema Apple.
A estratégia não seria exatamente nova para a companhia, mas poderia ganhar uma dimensão muito maior com a expansão para dispositivos domésticos.
Apple, Google, LG e Samsung: uma disputa cheia de alianças
Talvez o aspecto mais interessante de toda essa movimentação seja observar como as empresas estão se aproximando e competindo simultaneamente.
A Apple estabelece uma parceria com o Google para acelerar sua evolução em inteligência artificial, mas pretende utilizar essa tecnologia em produtos que disputarão espaço com o Google Home e a linha Nest.
Ao mesmo tempo, pode se associar à LG, uma empresa que possui seu próprio ecossistema doméstico e que também trabalha com tecnologias de interoperabilidade envolvendo outras fabricantes.
A Samsung, por sua vez, mantém uma estratégia bastante abrangente, combinando smartphones, televisores, eletrodomésticos e SmartThings.
São empresas que colaboram no desenvolvimento de padrões, compartilham tecnologias e estabelecem parcerias comerciais, mas continuam disputando a preferência dos consumidores.
E existe uma diferença importante entre os modelos de negócio.
A Samsung consegue oferecer uma experiência integrada utilizando grande parte de seu próprio catálogo de produtos.
A LG possui uma presença consolidada no ambiente doméstico, mas deixou de competir diretamente no mercado de smartphones.
A Apple domina categorias de dispositivos pessoais, mas não fabrica televisores, geladeiras, máquinas de lavar ou sistemas de climatização.
A possível união entre Apple e LG poderia aproximar duas empresas que, juntas, oferecem boa parte dos equipamentos necessários para construir uma casa conectada completa.
Isso não significa que veremos uma integração total entre os ecossistemas, mas ajuda a explicar por que a parceria faz sentido do ponto de vista estratégico.
E também por que ela merece atenção de concorrentes como Samsung, Google e Amazon.
Evento da Apple será transmitido ao vivo?
O evento Welcome Home está marcado para terça-feira, 13 de outubro, às 9h em Nova York, correspondentes às 10h no horário de Brasília.
A apresentação deverá acontecer no formato Apple Experience, com demonstrações presenciais para jornalistas e convidados.
Até o momento, a Apple não confirmou uma transmissão ao vivo tradicional.
Segundo informações atribuídas a Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa também deverá disponibilizar uma apresentação em vídeo pela internet, mas ainda não está claro se será transmitida ao vivo ou publicada no momento dos anúncios.
As novidades poderão ser acompanhadas pelo site oficial da Apple e por seus canais de comunicação.
O que esperar da nova fase da Apple na casa conectada?
A expectativa para 13 de outubro envolve três lançamentos principais: HomePad, HomePod mini 2 e Apple TV 4K.
Mas o anúncio mais importante talvez não seja um produto específico.
A possível parceria com a LG, combinada com a evolução da Siri e a adoção de tecnologias mais avançadas de inteligência artificial, pode representar uma mudança na maneira como a Apple pretende atuar no mercado doméstico.
A empresa já possui uma base gigantesca de usuários e um ecossistema consolidado de dispositivos pessoais.
O que falta é ampliar sua presença nos equipamentos que fazem parte da residência.
E a LG pode ser uma parceira particularmente adequada para isso, justamente porque possui uma forte atuação nas categorias nas quais a Apple não compete.
Ainda existem muitas perguntas sobre compatibilidade, integração com ThinQ, funcionalidades exclusivas, preços e disponibilidade.
Mas, se os rumores forem confirmados, a Apple poderá começar a transformar sua estratégia de casa conectada em algo muito mais abrangente.
Durante anos, a Apple trabalhou para integrar todos os dispositivos que carregamos conosco. Agora, parece estar preparando uma ofensiva para integrar também tudo aquilo que deixamos em casa.
E essa talvez seja a verdadeira importância do evento de 13 de outubro.