Desabamento no Brás: prédio não tinha alvará de funcionamento da prefeitura

7 de Nov de 2026 - 09:30
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Desabamento no Brás: prédio não tinha alvará de funcionamento da prefeitura

São Paulo — O prédio de quatro andares que desabou no Brás, no centro de São Paulo, e deixou 27 feridos, nessa sexta-feira (6/11), não tinha alvará de funcionamento vigente. A informação foi confirmada ao Metrópoles pela Prefeitura de São Paulo.6 imagensFechar modal.1 de 6Prédio desaba no BrásReprodução/TV Globo2 de 6Prédio desaba no BrásReprodução/TV Globo3 de 6Prédio de 4 andares desaba no BrásDivulgação / Polícia Militar 4 de 6Prédio de 4 andares desaba no BrásDivulgação / Polícia Militar 5 de 6Divulgação / Polícia Militar 6 de 6Prédio desaba no BrásReprodução/TV BandEm nota, a Secretaria Municipal das Subprefeituras disse também que não foram identificadas denúncias aos canais de atendimento da Prefeitura sobre as condições de segurança do edifício ou de comércio ilegal na loja de tecidos.O edifício também não tinha Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Leia também São PauloBombeiros retomam buscas por possíveis vítimas de desabamento no Brás São PauloO que se sabe sobre o prédio de 4 andares que desabou no Brás nessa sexta São PauloDesabamento no Brás: sobreviventes citam toneladas de tecidos em 4 andares São PauloPrédio que desabou no Brás não tinha documento de vistoria dos bombeiros O desabamento aconteceu por volta das 18h30 dessa sexta, no momento em que trabalhadores abasteciam o prédio com mercadorias. No local funcionava uma loja de tecidos.A hipótese de uma sobrecarga de material tenha provocado o desabamento foi levantada por funcionários e pelo prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB). O Corpo de Bombeiros, no entanto, evitou mencionar possíveis causas para o acidente.No momento do desabamento, 35 pessoas estavam na loja. Oito delas conseguiram sair por conta própria e as demais foram resgatadas pelos bombeiros. Quatro precisaram ser levadas para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) na Mooca, zona leste.Mais de 50 equipes dos bombeiros participaram do resgate. Segundo a Prefeitura, um efetivo de 10 agentes da Defesa Civil Municipal foi empenhado para realizar vistoria no local e adotar as medidas preventivas necessárias.O trabalho dos bombeiros chegou a ser interrompido durante a noite por causa do risco de colapso estrutural, mas foi retomado na manhã neste sábado (7/11).A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) bloqueou à noite a via entre as ruas Joli e Mendes Júnior e os cruzamentos entre as ruas Xavantes e Mendes Jr. e Oriente com Xavantes.