Fux compara jiu-jítsu à magistratura: "Juízes devem ter nobreza de caráter"

14 de Out de 2026 - 12:10
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Fux compara jiu-jítsu à magistratura: "Juízes devem ter nobreza de caráter"

O ministro , do Supremo Tribunal Federal (STF), comparou, na manhã desta quarta-feira (14/10), os ensinamentos do jiu-jítsu aos desafios enfrentados por magistrados. Faixa-coral, a maior graduação das artes marciais, e praticante da modalidade há 50 anos, ele afirmou que o esporte ajuda a desenvolver a “independência olímpica” necessária aos juízes.

“Os juízes devem ter um conhecimento, devem ter também uma nobreza de caráter e, acima de tudo, uma independência olímpica: fazer aquilo que eles acham certo, independentemente de haver uma divergência ou outra”, afirmou. Veja:

A declaração ocorreu durante um encontro com crianças e adolescentes atendidos por projetos sociais de jiu-jítsu, no STF. Mestre na modalidade, Fux se reuniu com cerca de 45 jovens atendidos por projetos sociais desenvolvidos por policiais judiciais do STF.

O evento ocorreu no Centro de Treinamento da Polícia Judicial do tribunal e contou também com a presença do secretário da área, Marcelo Schettini, também faixa-preta de jiu-jítsu. Os projetos são conduzidos voluntariamente por policiais e utilizam o esporte para promover disciplina, cidadania e prevenção da violência.

“O jiu-jítsu influencia na vida da gente, quer no plano vivencial, quer no plano profissional. Mas eu acho que o dado mais importante do jiu-jítsu é que ele traz uma independência olímpica, que é muito importante para o juiz”, afirmou Fux. Veja parte da aula: