Mais de 550 mil chaves entregues: o impacto da moradia na vida das pessoas

14 de Out de 2026 - 13:20
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Mais de 550 mil chaves entregues: o impacto da moradia na vida das pessoas

Uma chave entregue representa mais do que a conclusão de uma obra. Para quem compra um imóvel, o momento marca o início de uma nova etapa: ter um espaço próprio para morar, mais infraestrutura, mais mobilidade; uma rotina mais organizada e com espaço para novos planos para o futuro.

Na MRV, esse impacto pode ser dimensionado pela escala das entregas. A construtora já ultrapassou a marca de 550 mil chaves entregues e informa em sua página institucional que mais de 1,8 milhão de pessoas vivem em imóveis da marca.

Os números ajudam a visualizar o alcance da operação, mas também apontam para algo que vai além da construção: o papel da moradia digna e acessível na vida das pessoas e das comunidades onde os empreendimentos são implantados.

O que representa a entrega de mais de 550 mil chaves?

A entrega das chaves é um marco importante para quem compra um imóvel. É quando a unidade passa a ser efetivamente ocupada e se torna, de fato, a moradia.

No caso da MRV, as mais de 550 mil chaves entregues representam todas as famílias que chegaram a esse momento ao longo da atuação da companhia.

A construtora atua principalmente no segmento de habitação econômica, com imóveis voltados a famílias que buscam o acesso à casa própria. Nesse contexto, a entrega de uma unidade pode significar a saída do aluguel ou a conquista do primeiro imóvel, dependendo da trajetória de cada comprador.

O impacto da moradia, portanto, não se resume à quantidade de unidades construídas. Cada entrega está relacionada ao uso efetivo daquele espaço por seus moradores e às mudanças positivas que a nova residência pode trazer.

Como a moradia pode melhorar a qualidade de vida?

Quando uma família passa a ter uma casa própria – um imóvel de qualidade, bem localizado, com infraestrutura adequada e acesso a mobilidade e serviços diversos –, também pode mudar a forma como planeja suas despesas e o futuro. Para quem antes pagava aluguel, por exemplo, a aquisição de um imóvel representa uma mudança na relação com o custo da habitação.

A localização e a estrutura disponível no entorno também fazem parte dessa experiência. O acesso a transporte, serviços, comércio, escolas, áreas de convivência e equipamentos urbanos influencia a forma como os moradores utilizam e se relacionam com a região.

Por isso, discutir moradia acessível envolve não apenas a unidade residencial, mas também as condições do território em que ela está inserida.

O que a MRV faz além de construir os imóveis?

A atuação da MRV também envolve iniciativas direcionadas às comunidades onde a empresa está presente.

Um dos exemplos apresentados pela MRV&CO é o Vizinho do Bem, programa voltado ao relacionamento com comunidades próximas aos empreendimentos. De acordo com o Relatório Anual de Sustentabilidade (RAS), em 2025 a iniciativa registrou R$ 3,39 milhões em investimentos, atendeu 2.423 demandas e esteve presente em 16 territórios de sete estados, alcançando mais de 29 mil pessoas.

As ações são definidas a partir das demandas identificadas nos territórios e podem envolver diferentes áreas de atuação comunitária.

A iniciativa mostra uma frente que vai além da entrega da unidade habitacional: o acompanhamento das necessidades das comunidades do entorno e o desenvolvimento de ações a partir delas.

Como os apartamentos se relacionam com o desenvolvimento das cidades?

A construção de novos empreendimentos residenciais pode vir acompanhada mudanças na infraestrutura das regiões onde eles são implantados.

Um exemplo apresentado pela companhia em 2025 é o Cidade Sete Sóis Vistas do Vale, em São José dos Campos (SP). A primeira fase do projeto prevê cerca de 16 mil moradores e investimento estimado em R$ 1 bilhão. Desse montante, aproximadamente R$ 90 milhões estão destinados a obras de infraestrutura, urbanização e parcerias público-privadas, de acordo com o RAS 2025 da MRV&CO.

O projeto prevê a implantação de infraestrutura associada ao crescimento da região, mostrando como empreendimentos habitacionais de maior escala podem ser planejados em conjunto com intervenções no território.

Nesse tipo de iniciativa, a discussão sobre moradia passa a envolver também urbanismo e a estrutura necessária para atender à população que chega a uma nova área residencial.

Quais iniciativas mostram o impacto social da atuação da MRV?

Além do Vizinho do Bem, o RAS 2025 apresenta outras ações relacionadas ao desenvolvimento das pessoas e das comunidades.

Entre elas está o Escola Nota 10, programa de educação realizado nos canteiros, que oferece alfabetização, educação básica e capacitação aos trabalhadores da Construção Civil.

Há também o Elas Transformam a Construção, iniciativa de formação profissional voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade. O projeto oferece capacitação para atuação em atividades da construção civil, como pintura, alvenaria, cerâmica e azulejaria.

São iniciativas que se somam à vocação transformadora de um empreendimento residencial, ampliando o impacto positivo da  operação da construtora.

O que os mais de 550 mil imóveis representam?

Os números ajudam a dimensionar a escala da atuação da MRV:

  • Mais de 550 mil chaves entregues pela construtora;
  • Mais de 1,8 milhão de pessoas que vivem em imóveis da marca;
  • Presença em 22 estados e no Distrito Federal
  • Atuação, hoje, em cerca de 80 cidades
  • R$ 3,39 milhões: investimentos registrados pelo Programa Vizinho do Bem em 2025, com mais de 29 mil pessoas alcançadas no ano.

Entregar mais de meio milhão de chaves é mais do que um indicador de produção ou um marco notável da trajetória da MRV. Cada chave é uma  moradia que abre portas para novas perspectivas e possibilidades.