Seis ex-secretários da gestão Nunes são eleitos para Congresso e Alesp

5 de Out de 2026 - 16:30
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Seis ex-secretários da gestão Nunes são eleitos para Congresso e Alesp

Dos nove secretários municipais que deixaram a gestão do prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) até abril deste ano para concorrer a cargos eletivos, seis foram eleitos para deputado federal, estadual ou suplência nas eleições no último domingo (4/10).Foram eleitos para deputado federal Enrico Misasi (MDB), ex-Casa Civil, com 106.225 votos; Sidney Cruz (MDB), de Habitação, com 130.951 votos; Luiz Fernando Machado (PL), da pasta executiva de Desestatização e Parcerias e ex-prefeito de Jundiaí, com 129.004 votos. Além deles, o ex-secretário da Segurança Urbana e ex-prefeito de São Bernardo do Campo Orlando Morando (MDB) foi eleito primeiro suplente do MDB na Câmara. Leia também Vinicius PassarelliDesempenho de Flávio em SP vira peça-chave em plano de Nunes para 2030 São PauloVeja os deputados federais eleitos por São Paulo São PauloAlesp: veja quem são os deputados estaduais eleitos em São Paulo Já para o cargo de deputado estadual foram eleitos Rodrigo Ashiuchi (PL), do Verde e do Meio Ambiente, e Rogério Lins (Podemos), de Esportes e Lazer. Os dois também são ex-prefeitos de municípios da região metropolitana, Suzano e Osasco, respectivamente.Além dos ex-secretários, a primeira-dama de São Paulo Regina Nunes (MDB) foi eleita deputada federal, com 154.966 votos.Os ex-secretários do Turismo Rui Alves (Republicanos) e da Inovação e Tecnologia Milton Vieira (Republicanos) tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados mas não foram eleitos. Alexandre Leite (União Brasil), da pasta das Relações Institucionais, também saiu do cargo para a disputa das eleições no último dia do prazo, mas não conseguiu se eleger deputado estadual.No âmbito estadual, apenas dois ex-secretários de Tarcísio de Freitas (Republicanos) conquistaram vagas: o ex-secretário de Agricultura Guilherme Piai (Republicanos), para deputado federal, e ex-secretário da Segurança Pública (SSP) Guilherme Derrite (PP), que se tornou o senador mais votado na história.