Presa no Egito, Malévola já foi detida por desacato e lesão corporal em SP neste ano

Malévola Alves é presa e diz que pagou fiança de R$ 1,6 mil Reprodução/Instagram A influenciadora Mariana Alves, conhecida nas redes sociais como Malévola Alves, foi presa no Egito com uma amiga após a circulação de vídeos em que as duas aparecem pelas ruas de Alexandria fazendo gestos e insinuações sexuais, e assediando pessoas que passavam pelo local. “Vídeos circulantes em redes sociais mostram as duas turistas realizando atos de exibição pornográfica, insinuações sexuais e assédio a transeuntes enquanto caminhavam por várias ruas em diferentes províncias”, diz uma nota publicada no perfil oficial do Ministério do Interior do país no X nesta terça-feira (20). O ministério afirmou que Malévola e a amiga admitiram ter gravado e publicado os vídeos nas redes sociais para aumentar as visualizações. Prisão em São Paulo Malévola Alves foi presa em flagrante, em agosto de 2026, por desacato e lesão corporal, após uma briga em um camarote de uma festa, e foi liberada após o pagamento de fiança. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e pela defesa da influenciadora na época. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, Malévola confirmou a confusão e que, por envolver uma mulher que seria policial, "teve um rolo". Malévola disse ainda que as informações sobre o episódio foram divulgadas nas redes sociais de forma diferente do que teria ocorrido. "É tanta coisa que a gente vê nessa internet, gente. Nossa, estou com a garganta rouca. Fico chocada o quanto a internet é um telefone sem fio", afirmou. A defesa, por meio de nota, afirmou que Malévola e seus amigos haviam recebido autorização de um funcionário para permanecer em um camarote. Posteriormente, de acordo com os advogados, outro trabalhador teria determinado a retirada do grupo "de forma agressiva e desrespeitosa", dando início à confusão. Ainda segundo a defesa da influenciadora, policiais civis intervieram durante a ocorrência e deram voz de prisão a Malévola. Os advogados afirmam que ela teria sido presa por defender os amigos. O advogado de Malévola também afirma que um dos indivíduos envolvidos na confusão portava um distintivo e se apresentava como policial, mas foi constatado que ele não integrava os quadros da Polícia Civil. A situação foi apresentada à autoridade policial e a ocorrência também registrou a tipificação de usurpação de função pública. Ainda segundo a SSP, um homem também foi detido por usurpação de função pública, por se apresentar como policial, além de ter sido autuado por lesão corporal. A defesa de Malévola afirma que ela responderá ao procedimento em liberdade e que colaborará com a Justiça para o esclarecimento dos fatos. Agora no g1