Eleitores de Itaguaí, RJ, vão votar para prefeito em eleição suplementar

Eleitores de Itaguaí, RJ, vão votar para prefeito em eleição suplementar Os habitantes de Itaguaí vão ter dois candidatos para escolher no próximo domingo (25): além das eleições para a presidência da República, os moradores vão votar na eleição suplementar para prefeito do município. Segundo o TRE-RJ, Itaguaí tem 100.477 eleitores aptos a votar no pleito suplementar. O vencedor ficará no cargo até dezembro de 2028. Quatro chapas disputam a prefeitura: Haroldinho (PDT), atual prefeito interino; Luciano Mota (PT); Marcelo Cunha (Democrata); Kelaine Goulart (Novo), que concorre sub judice. No dia da eleição, os eleitores de Itaguaí votarão primeiro para presidente da República e, em seguida, para prefeito do município. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Prefeito interino de Itaguaí Haroldo Jesus Divulgação Fachada da Câmara Municipal de Itaguaí Reprodução/TV Globo Exceto por um curto período em 2025, a cidade desde janeiro daquele ano é administrada interinamente por Haroldo Jesus Neto, o Haroldinho, presidente da Câmara de Vereadores. Relembre o caso Dr. Rubão Reprodução/TV Globo Em 2020, Rubão assumiu a prefeitura em julho para cumprir um mandato-tampão. Meses depois, venceu a eleição municipal regular e permaneceu no cargo. Quatro anos mais tarde, voltou a vencer a disputa para prefeito. No entanto, apesar da vitória, o resultado ficou subjdice, e ele passou a recorrer à Justiça para tentar manter o mandato. Nesse período, Doutor Rubão ainda chegou a reassumir temporariamente a prefeitura por força de uma decisão liminar, entre junho e novembro de 2025. Doutor Rubão toma posse como prefeito de Itaguaí dois dias após decisão judicial Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal rejeitou o último recurso apresentado pela defesa de Rubão. Já em junho, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou por unanimidade a decisão que impediu a candidatura dele. Ao manter o indeferimento da candidatura, o TSE entendeu, em junho deste ano, que a eleição de Rubão em 2024 configuraria um terceiro mandato consecutivo, situação vedada pela Constituição Federal.