Google lança Nano Banana 2.1 com melhorias em elementos gráficos, edição de imagens existentes e mais
Seguindo o lançamento recente do Gemini 4 Argon, o Google anunciou hoje o Nano Banana 2.1, a mais nova geração do seu modelo de geração de imagens com inteligência artificial.
Ao contrário dos novos modelos focados em texto, o Nano Banana 2.1 faz parte da geração anterior (mais especificamente do Gemini 3.6 Flash), mas traz melhorias significativa em muitas áreas.
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A primeira delas é a de design visual, uma vez que o novo modelo é capaz de gerar composições visivelmente superiores e elementos gráficos bem mais polidos em relação à geração anterior.
Ele também foca em edição baseada em máscaras e permite selecionar e alterar regiões específicas de uma imagem existente com precisão, sem precisar gerar uma nova imagem do zero.
Além disso, o modelo é mais consistente e capaz de manter a identidade visual de pessoas, objetos, produtos ou personagens ao longo de edições ou na criação de sequências de imagens relacionadas.
Esta versão aprimorada supera nossos modelos anteriores em todos os aspectos, com avanços notáveis em design visual, edição baseada em máscaras e consistência de sujeito para ajudá-lo a criar imagens com aparência mais natural.
Com suporte a entradas em texto e imagem e com uma janela de contexto de até 1M de tokens, o Nano Banana 2.1 produz saída de imagem com resoluções em 1K, 2K e 4K e saída de texto de até 64K.
O modelo também evoluiu em renderização de texto na criação de pôsteres, cartazes e infográficos detalhados — embora ainda possa apresentar desfoque em textos pequenos ou muito longos.
O Nano Banana 2.1 está disponível por todo o ecossistema Google — incluindo o aplicativo do Gemini, o Modo IA da Busca do Google, o Google Flow e em ferramentas para desenvolvedores