Patrocinadora do Manchester City estuda ação legal contra Premier League por prejuízos gerados

1 de Out de 2026 - 08:20
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Patrocinadora do Manchester City estuda ação legal contra Premier League por prejuízos gerados

Etihad Airways declara apoio ao clube, considerado culpado por 115 acusações; empresa dos Emirados Árabes reclama de não ter sido envolvida nas investigações, não podendo se defender

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A principal patrocinadora do , a Etihad Airways, divulgou um comunicado considerando iniciar ação legal contra a Premier League por prejuízos gerados. .

A empresa dos Emirados Árabes declarou apoio ao City e reclama de não ter sido envolvida nas investigações, não podendo se defender. Veja abaixo trecho do comunicado da companhia aérea.

"A Etihad está profundamente preocupada com a forma como este assunto foi comunicado publicamente. A falta de clareza e transparência, juntamente com a divulgação seletiva de informações, criou implicações prejudiciais para a Etihad, apesar de a companhia aérea não ter sido mencionada na decisão publicada.

Portanto, a Premier League nunca deu à Etihad a oportunidade de ser representada, de fornecer informações relevantes ou de garantir a precisão e a imparcialidade das informações utilizadas para chegar a conclusões que agora podem ser interpretadas como prejudiciais à companhia aérea

A Premier League deve assumir a responsabilidade pelas consequências da forma como essas conclusões foram apresentadas. A Etihad buscará assessoria jurídica adequada sobre as opções e recursos disponíveis para proteger seus interesses", disse a companhia aérea.

A Etihad Airways é patrocinadora do Manchester City desde 2009 e dá nome ao estádio do clube. Este é considerado o maior escândalo da história da liga e pode levar o clube, que dominou o futebol inglês por uma década, a uma punição sem precedentes.

A Premier League afirmou que a comissão independente constatou que, entre as temporadas 2009/10 e 2017/18, o Manchester City organizou contratos 'falsos' com diversos parceiros comerciais, inflando as receitas em mais de £900 milhões, registrou contas falsas, violou significativamente os limites de gastos e, durante a investigação, cometeu violações de seus deveres de cooperação e de máxima boa-fé.

O clube tem até o dia 2 de outubro para recorrer e afirmou em nota oficial que vai exercer o direito. O Manchester City se disse "tão desapontado quanto surpreso" com a decisão e se declarou inocente das acusações feitas pela Liga, além de afirmar portar de "um corpo abrangente de provas irrefutáveis" e garantir que "será implacável e, quando necessário, proativo" em todos os fóruns regulatórios e legais apropriados.

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